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Dream Tour 2023 abre o Circuito Brasileiro na quarta-feira em Xangri-lá

O vice-campeão brasileiro Messias Felix fez os primeiros recordes na Plataforma de Atlântida e o campeão brasileiro Israel Junior perdeu na estreia no Rio Grande do Sul


Xangri-lá (RS), 12 de abril de 2023 – O Dream Tour 2023 abriu a Divisão Principal da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) em boas ondas na Plataforma de Atlântida, na quarta-feira ensolarada em Xangri-lá, no Rio Grande do Sul. Foram realizadas as 16 baterias da primeira fase masculina e o vice-campeão brasileiro, Messias Felix, fez os primeiros recordes do dia. Já o campeão brasileiro, Israel Junior, e o defensor do título da etapa gaúcha, Matheus Gomes, perderam nas suas estreias em Xangri-lá. A competição prossegue as 8h00 nesta quinta-feira e pode ser assistida ao vivo no Canal do Youtube CBSurfPLAY e no site CBSurf.org.br, com transmissão também pelo sportv a partir das quartas de final.

O Dream Tour 2023 já começou com duas estrelas competindo na primeira bateria do dia, o número 4 no ranking brasileiro de 2022, Marcos Correa, e o campeão mundial de ondas gigantes, Lucas "Chumbo" Chianca. O surfista de Saquarema não conseguiu mostrar o que sabe nas ondas da Plataforma de Atlântida e terminou em último, sendo eliminado junto com Diego Aguiar. Marcos Correa largou na frente com nota 7,00 e conquistou a primeira vitória em Xangri-lá, com outro paulista, Tales Araujo, passando em segundo lugar.

"Estou muito feliz por ter avançado e quero agradecer ao pessoal da CBSurf e a organização do Dream Tour, porque melhorou muito não só a estrutura, como a premiação e é muito bom estar vivendo todo esse crescimento do surfe no Brasil", disse Marcos Correa. "Eu abri bem a bateria, com um 7,00, que foi bom pra mim. Eu tive uma lesão duas semanas atrás, um estiramento na coxa. Mas, ontem aproveitei essa estrutura do campeonato, fiz um tratamento com massagista, alguns alongamentos, tomei um remédio pra relaxar e estou bem melhor".

Na sequência, estrearam os finalistas da etapa da CBSurf em Xangri-lá no ano passado. Apesar do vice-campeonato na final contra a surpresa paulista, Matheus Gomes, o paraibano Samuel Igo, que mora no Rio de Janeiro, saiu do Rio Grande do Sul liderando o ranking brasileiro. Na quarta-feira, ele só conseguiu a classificação em sua estreia no Dream Tour 2023, com a nota 7,10 na onda surfada no último minuto. Com ela, saltou do quarto para o primeiro lugar na bateria com os paulistas Cauã Gonçalves, Kaue Germano e o alagoano Amando Tenorio.

"Eu tenho uma energia muito massa com Xangri-lá, ainda mais por ter saído daqui como líder do ranking no ano passado. A bateria foi de alto nível e fico contente de ter avançado com aquela onda no finalzinho", disse Samuel Igo. "Estou feliz em estar aqui nesse novo circuito. É muito bom se sentir privilegiado, respeitado e valorizado como atleta. Quando me tornei surfista profissional, acabou o circuito brasileiro fechado com uma elite. Fiquei 10 anos nessa luta e agora estou realizando o desejo de competir no Circuito dos Sonhos, com uma estrutura incrível, da forma como a gente merece. É uma nova Era e vamos desfrutar de tudo isso agora".

Duas baterias depois, o paulista de Ubatuba, Matheus Gomes, campeão em Xangri-lá no ano passado, fez a sua primeira defesa do título no Dream Tour 2023. Ele chegou a ficar entre os dois primeiros colocados que avançam para a próxima fase, durante quase toda a bateria. Foi uma batalha onda a onda, encerrada por pequenas diferenças. Matheus acabou terminando em quarto lugar com 9,36 pontos, contra 9,50 do também paulista Luciano Brulher e o paraibano Kauã Hanson, que ganhou no desempate para avançar junto com o pernambucano Ian Gouveia, vencedor por 9,70 pontos.

PRIMEIROS RECORDES - Depois, a expectativa ficou para as primeiras apresentações dos surfistas que decidiram o título brasileiro no ano passado, na última bateria do Circuito CBSurf 2022. O cearense Messias Felix, bicampeão brasileiro em 2009 e 2012 e atual vice-campeão, começou fazendo os primeiros recordes do Dream Tour 2023. A nota 7,60 da sua primeira onda, foi a maior do dia até esta oitava bateria, bem como os 12,57 pontos que totalizou na vitória sobre três surfistas da Bahia, Bino Lopes, Alandreson Martins e Bruno Galini.

"Tem umas ondas boas, mas as condições estão difíceis também. Eu consegui me conectar bem no início e acabei pegando uma das ondas mais perfeitas que vi aqui, para fazer a maior nota do evento até agora", disse Messias Felix, que falou mais sobre esse recorde. "A onda foi bem no início da bateria e veio muito perfeita, uma direita abrindo, aí consegui cavar bem pra fazer a primeira manobra boa. Quando estava terminando essa primeira manobra, ela reformou de novo e executei forte a segunda manobra, para conseguir essa nota 7,60".

CAMPEÃO BRASILEIRO - Logo após o vice-campeão brasileiro sair do mar, entrou o campeão, Israel Junior, para fazer sua primeira apresentação na praia onde deu a arrancada para conquistar o título brasileiro de 2022. Dessa vez, o potiguar de Baía Formosa, não conseguiu achar as ondas que o levaram até as quartas de final em Xangri-lá no ano passado. Ao contrário, o paulista Weslley Dantas aumentou para 12,84, o maior placar do Dream Tour 2023. Israel Junior ficou em último na bateria, com o gaúcho Gustavo Borges ganhando a briga pela segunda vaga do carioca Raoni Monteiro.

"Eu estava bem confiante para competir aqui, onde tem uma direita muito boa. Até consegui achar duas ondas, mas bateria é assim mesmo e não deu dessa vez", lamentou Israel Junior. "Aqui foi o lugar que eu comecei a luta pelo título brasileiro no ano passado e hoje acabei perdendo. Mas, é levantar a cabeça e seguir trabalhando, porque o ano está só começando e, se Deus quiser, no final do ano estarei brigando pelo título brasileiro novamente".

NOVOS RECORDES - A primeira fase masculina prosseguiu com o restante dos 64 surfistas da elite nacional da Confederação Brasileira de Surf, estreando no Dream Tour 2023 em Xangri-lá. Na 13.a bateria, o paulista Edgard Groggia registrou novos recordes nas ondas da Plataforma de Atlântida. Ele acertou um aéreo "alley oop" incrível que arrancou nota 9,00 dos juízes e aumentou o maior somatório para 14,50 pontos. Luan Ferreyra avançou em segundo com 7,70, eliminando o também pernambucano Paulo Moura e o catarinense Leo Casal.

Os classificados para a segunda fase, vão se enfrentar nas 16 primeiras baterias no sistema homem a homem da história do Dream Tour 2023. Quem vencer os duelos, avança para as oitavas de final da primeira etapa em Xangri-lá. Na quinta-feira, também podem estrear as 24 surfistas da elite nacional feminina, como a campeã brasileira Silvana Lima, a vice-campeã Tainá Hinckel e a vencedora da etapa da CBSurf na Plataforma de Atlântida no ano passado, Julia Duarte. Todas entram nas 8 baterias com 3 competidoras da primeira fase, com as duas melhores em cada, passando para os confrontos diretos das oitavas de final.

O Dream Tour 2023 tem a Shell como a cota principal Coapresenta, a VIVO como Patrocinadora Master e a Gerdau como Patrocinadora. O Dream Tour é uma realização da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) e promoção da Dream Factory, que estão juntos resgatando a Divisão Principal do Circuito Brasileiro de Surfe, através da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte.

Para saber tudo sobre o Dream Tour 2023, siga @dreamtoursurf no Instagram.

RESULTADOS DA QUARTA-FEIRA NO DREAM TOUR DE XANGRI-LÁ:

PRIMEIRA FASE MASCULINA - 1.o e 2.o avançam para a segunda fase:

--------3.o=33.o lugar (R$ 1.500 e 1.525 pts) e 4.o=49.o lugar (R$ 1.500 e 1.000 pts)

01: 1-Marcos Correa (SP), 2-Tales Araujo (SP), 3-Diego Aguiar (SP), 4-Lucas Chianca (RJ)

02: 1-Samuel Igo (PB), 2-Cauã Gonçalves (SP), 3-Amando Tenorio (AL), 4-Kaue Germano (SP)

03: 1-Vitor Ferreira (RJ), 2-Wesley Leite (SP), 3-Yage Araujo (BA), 4-Artur Silva (CE)

04: 1-Ian Gouveia (PE), 2-Kaua Hanson (PB), 3-Luciano Brulher (SP), 4-Matheus Gomes (SP)

05: 1-Luel Felipe (PE), 2-Peterson Crisanto (PR), 3-Madson Costa (RN), 4-Glauciano Rodrigues (CE)

06: 1-Willian Cardoso (SC), 2-Heitor Alves (CE), 3-Luan Carvalho (SP), 4-Rafael Venuto (CE)

07: 1-José Francisco (PB), 2-Robson Santos (SP), 3-JP Ferreira (SP), 4-Leandro Bastos (RJ)

08: 1-Messias Felix (CE), 2-Bino Lopes (BA), 3-Alandreson Martins (BA), 4-Bruno Galini (BA)

09: 1-Weslley Dantas (SP), 2-Gustavo Borges (RS), 3-Raoni Monteiro (RJ), 4-Israel Junior (RN)

10: 1-Cauã Costa (CE), 2-Michel Roque (CE), 3-Pedro Dib (SP), 4-Marcos Alves TT (CE)

11: 1-Douglas Silva (PE), 2-Luiz Mendes (SC), 3-Alex Ribeiro (SP), 4-Davi Sobrinho (CE)

12: 1-Thiago Eduardo (CE), 2-Daniel Templar (RJ), 3-Hizunome Bettero (SP), 4-Jihad Khodr (PR)

13: 1-Edgard Groggia (SP), 2-Luan Ferreyra (PE), 3-Paulo Moura (PE), 4-Leo Casal (SC)

14: 1-Mateus Sena (RN), 2-Janninfer de Souza (CE), 3-Lucas Catapam (PR), 4-Igor Moraes (SP)

15: 1-Deyvson Santos (RN), 2-Renan Pulga (SP), 3-Alan Jhones (RN), 4-Daniel Adisaka (SP)

16: 1-Krystian Kymerson (ES), 2-Lucas Silveira (RJ), 3-Theo Fresia (RJ), 4-Kim Matheus (SP)

PRÓXIMAS BATERIAS DO DREAM TOUR EM XANGRI-LÁ:

PRIMEIRA FASE FEMININA - 1.a e 2.a avançam para as oitavas de final:

-----3.a=17.o lugar com 2.200 pontos e R$ 1.500 pela participação

1.a: Julia Duarte (RJ), Karol Ribeiro (RJ) e Maya Carpinelli (SC)

2.a: Larissa dos Santos (CE), Sol Carrion (SP) e Vitoria Carneiro (CE)

3.a: Monik Santos (PE), Juliana dos Santos (CE) e Diana Cristina (PB)

4.a: Tainá Hinckel (SC), Kayane Reis (RJ) e Nicole Santos (PE)

5.a: Silvana Lima (CE), Natalie Plachi (SC) e Potira Castaman (BA)

6.a: Taís Almeida (RJ), Kemily Sampaio (SP) e Ana Luiza Silva (PB)

7.a: Julia Santos (SP), Alexia Monteiro (SC) e Nalanda Carvalho (PB)

8.a: Yanca Costa (CE), Jessica Bianca (PR) e Kiany Hyakutake (SC)

SEGUNDA FASE MASCULINA - 1.o e 2.o avançam para as oitavas de final:

-----3.o=17.o lugar com 2.200 pontos e prêmio de R$ 3.000

1.a: Marcos Correa (SP) x Cauã Gonçalves (SP)

2.a: Samuel Igo (PB) x Tales Araujo (SP)

3.a: Vitor Ferreira (RJ) x Kauã Hanson (PB)

4.a: Ian Gouveia (PE) x Wesley Leite (SP)

5.a: Heitor Alves (CE) x Luel Felipe (PE)

6.a: Peterson Crisanto (PR) x Willian Cardoso (SC)

7.a: José Francisco (PB) x Bino Lopes (BA)

8.a: Messias Felix (CE) x Robson Santos (SP)

9.a: Weslley Dantas (SP) x Michel Roque (CE)

10: Cauã Costa (CE) x Gustavo Borges (RS)

11: Douglas Silva (PE) x Daniel Templar (RJ)

12: Luiz Mendes (SC) x Thiago Eduardo (CE)

13: Edgard Groggia (SP) x Janninfer de Souza (CE)

14: Mateus Sena (RN) x Luan Ferreyra (PE)

15: Lucas Silveira (RJ) x Deyvson Santos (RN)

16: Krystian Kymerson (ES) x Renan Pulga (SP)

Mais informações para a imprensa:

Esporte&Negócio - www.esporteenegocio.com.br

Chris Volpe - (13) 99177-1529 - chris.volpe@esporteenegocio.com.br

Guto Francischini - (11) 98437-6545 - guto@esporteenegocio.com.br

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Assessoria de Imprensa da CBSurf:

JBC Notícias e Assessoria do Surf - João Carvalho

(48) 999-882-986 – jbcsurfnews@hotmail.com

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SOBRE A CBSURF - Reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pela ISA (International Surf Association), a Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) é a entidade nacional de administração do surf e de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas, como definido no Estatuto da CBSurf. A entidade foi originalmente fundada em 17 de outubro de 1998 e conta com 15 federações estaduais filiadas. A sede atual está situada na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, tendo como presidente Flavio Padaratz e como vice-presidentes Paulo Moura e Brigitte Mayer, eleitos em fevereiro de 2022. A CBSurf tem como missão desenvolver, produzir, chancelar e organizar o Dream Tour e a Taça Brasil, que compõem o Campeonato Brasileiro de Surf, além dos Circuitos Brasileiros do Surf de Base, de Ondas Grandes, do Longboard, da categoria Master, de Stand Up Paddle (Race, Wave, Sprint e Paddleboard) e o Campeonato Brasileiro de Parasurf, todos nas categorias masculina e feminina. Em 2022, a CBSurf iniciou uma nova gestão feita por ex-competidores da elite mundial e pelos melhores profissionais do surf brasileiro, tendo como valor principal o de promover e desenvolver a criação de ídolos nacionais e consolidar as carreiras dos atletas de todas as categorias, inclusive das profissões que gravitam em torno das competições, trazendo dignidade para toda a comunidade do surf brasileiro. Em 2023, o Dream Tour estabelecerá um padrão e patamar inédito e histórico em todo o mundo.

SOBRE A DREAM FACTORY: Ao longo dos seus mais de 22 anos de existência, a Dream Factory esteve entre as empresas líderes do mercado nacional de entretenimento ao vivo. Inicialmente como executores de eventos, a empresa nasceu após produzir a volta do Rock in Rio para o Brasil, em 2001. Nos momentos seguintes, a empresa foi uma das pioneiras na evolução do setor com a criação e implementação de experiências de marca integradas. Hoje, a Dream Factory é um sistema integrado de entretenimento ao vivo com eventos proprietários, serviços e gestão de comunidades. Entre os eventos proprietários estão marcas conhecidas e queridas pelo público como a Maratona do Rio, a ArtRio, Sertões, Árvore do Rio e mais recentemente, a VidCon SP, o Dream Tour e o MECA.

A Dream Factory também traz em seu guarda-chuva a Dreamloc, que cuida de logística e infraestrutura, a Dream Venue, que atua como operação de "venue", com a administração de espaços como a Marina da Glória, no Rio de Janeiro; a GoDream, que organiza as vendas de ingresso, bebidas e alimentos, a Dream Strategy, que oferece consultorias estratégicas para marcas e empresas lideres do mercado e a Easylive, uma empresa que capta pontos em troca de benefícios.

SOBRE A SHELL BRASIL: Prestes a completar 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

SOBRE A VIVO: A Vivo é a marca comercial da Telefônica Brasil, e tem como propósito "Digitalizar para Aproximar". A Vivo é um hub digital, facilitando o acesso de seus clientes a serviços em diferentes áreas, como entretenimento, esportes, segurança digital, finanças, saúde e educação. Atua na prestação de serviços de telecomunicações fixa e móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente para clientes B2C e B2B, chegando a 112 milhões de acessos (3T22). A empresa está presente em 4,9 mil cidades com rede 3G, mais de 4,6 mil com 4G, e 3,2 mil municípios com a rede 4,5G. No segmento móvel, a Vivo tem 97 milhões de acessos e responde pela maior participação de mercado do segmento (38%) no País, de acordo com resultados do balanço trimestral (3T22). No âmbito dos patrocínios, a marca tem uma longa história no apoio ao esporte e é patrocinadora oficial da Seleção Brasileira desde 2005. Ao longo dos anos, a empresa vem ampliando sua atuação no cenário de esportes outdoor e apoia iniciativas de beach tennis, ciclismo e automobilismo de aventura por todo o Brasil.

SOBRE A GERDAU: Com 122 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Além disso, possui uma divisão de novos negócios, a Gerdau Next, com o objetivo de empreender em segmentos adjacentes ao aço. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em 9 países e conta com mais de 36 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 71% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 11 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 250 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,90 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,89 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,83 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3), Nova Iorque (NYSE) e Madri (Latibex).

Fotos: (David Castro / CBSurf)

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